Não pretendo neste breve comentário contribuir para qualquer espécie de branqueamento dos pasquins extremistas que por aí continuam a perorar aos seus convertidos e a tentar alargar o seu espaço de audição junto dos portugueses incautos e/ou descontentes. Pretendo, isso sim, expressar o meu lamento pelo facto de a tal projeto se associarem cidadãos com provas dadas e obrigações adquiridas em função da sua experiência de vida profissional e política, gente insuspeita de poder ser associada a causas antidemocráticas, como é o caso de Henrique Neto – um autêntico caso de estudo em termos de deriva cívico-política mas ainda não tendo alcançado um estado suscetível de ser considerado totalmente irrecuperável... – e de Ricardo Valente – um liberal que andou pela vereação da Câmara Municipal do Porto e dá umas aulas na FEP, um candidato pela lista vencida de Pinto da Costa ao FCP que se apresenta como assumidamente regionalista e que – maldições do destino! – partilha a primeira página de “O Diabo” com uma chamada para a sua provocatória peça central intitulada “A Reigionalização – Bem dividido, dá para todos!”. Quando as elites dão despudoradamente o exemplo, nem o povo nem o Estado podem ser acusados de impreparação ou farsa.
domingo, 22 de fevereiro de 2026
NETO E VALENTE COM A REIGIONALIZAÇÃO
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