A posição espanhola foi rápida e marcada pela clareza – nem tudo é mau na forma de estar de Pedro Sánchez! Macron e outros líderes europeus também já vieram mostrar a sua relutância em relação ao apoio objetivo às operações militares dos EUA contra o Irão em instalações situadas em territórios nacionais. E esta tarde foi mesmo Meloni, a cada vez mais perspicaz chefe do governo italiano, a recusar aos americanos a utilização de uma base localizada na Sicília. E nós? Bom, nós cá continuamos na nossa “apagada e vil tristeza”, primeiro usados sem saber (ou fingindo não saber) e depois afirmativos do subserviente alto do nosso pequeno poder autorizando que a Base das Lajes seja peça logística/operacional importante de uma guerra sem uma ponta de sentido aceitável nos termos em que foi decidida e está a ser travada. Mas é Portugal, ninguém leva a mal... e quando é que deixará de ser tal?

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