Hoje fico-me por uma curiosidade retumbante, epopeica mesmo. Trata-se de uma investigação feita pela “The Economist” aos hinos dos 48 países que estão na fase final do Mundial de Futebol. E no plano das palavras que deles constam, o resultado (não totalmente imprevisto) aponta o hino português como o mais belicoso de todos. Cito: “Contém onze referências a violência por cem palavras, comparado com uma média do torneio que não chega a duas. Chama os cidadãos ‘às armas’ doze vezes. Por esta medida, Portugal tem o mais combativo hino do Campeonato Mundial.” Outros dados interessantes podem ser encontrados no artigo (“The most hated countries at the FIFA World Cup”), o que decidi não desvendar neste post, pelo que me limito a terminá-lo com o fecho original: “Os fãs de futebol raramente prestam muita atenção à lírica que ecoa em volta de um estádio antes de um jogo. Mas estes hinos são épicos excitantes de conquista, libertação, sacrifício e morte. Afortunadamente, os difíceis desafios futebolísticos deste Verão assentarão em golos e não em armas.”

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