terça-feira, 2 de junho de 2026

RIVALIDADES PRIMEIRO

Breve paragem para férias com mudança de ares e, necessariamente, com escassa vontade de alimentar o blogue. Insisto no jogo de Sábado em Budapeste e na vitória do Paris Saint-Germain sobre o Arsenal por grandes penalidades, mantendo o título pela primeira vez conquistado na época transata com a ajuda de quatro portuguesinhos que vieram somar-se a alguns mais na inversão da fracassada estratégia milionária do clube franco-catari. Assisti ao jogo rodeado de ingleses mas – por incrível que possa parecer! – apoiando os gauleses por oposição ao Arsenal londrino. Ver ingleses a aplaudir franceses foi algo de inesperado e até paradoxal à luz da História, mas o certo é que o futebol explica estes imprevistos – e, afinal, lá como cá, os nacionalismos que tanto prevalecem em diversos planos são notoriamente afastados pelas rivalidades locais ou pelos choques regionais e, em especial, por aqueles que passam por cidades-capitais sempre mais bem tratadas do que as outras. E até o incontroverso Sir Alex Ferguson veio a terreiro dizer de sua justiça, ou seja, arrasar os arsenalistas que só souberam defender...

 

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