(Omar Momani, https://omarmomani.blogspot.com)
As próximas cinco semanas serão dominadas pela disputa localmente tripartida (Canadá, EUA e México) do Mundial de Futebol que começa hoje com um México-África do Sul. As principais atenções estão viradas para Trump, esperando-se que ele não estrague mais a festa do que o que já tem vindo a ocorrer com as inspeções e recusas de entrada de algumas seleções e outros participantes no seu país. Por muito que Infantino tenha feito e venha a fazer tudo para que o presidente norte-americano se sinta devidamente bajulado, não é nunca certo o que pode vir daquelas bandas narcísicas e tresloucadas. Veremos...
Quanto ao plano desportivo, as previsões e apostas são para quase todos os gostos, mas opto por aqui reproduzir (ver abaixo) as estimativas hoje publicadas pelo “El País” através do modelo estatístico construído por um dos seus grandes profissionais na matéria (Kiko Llaneras, desta vez com Borja Andrino) – só Espanha, França e Argentina surgem com probabilidade de vitória acima de 10%, estando Portugal numa honrosa sexta posição que não deixa de parecer lisonjeira à luz do que já vimos de seleção nos jogos de preparação totalmente desperdiçados pelos incompreensíveis critérios de Roberto Martínez. Outra dúvida que assalta a maioria dos especialistas provém do impacto negativo (em termos de qualidade e desgaste físico) que poderá decorrer de um número recorde e excessivo de equipas nacionais, para além dos efeitos da impreparada introdução de várias regras novas que pretendem obviar ao antijogo e de mais alterações ao VAR.
Na parte que me toca, o aspeto que mais me motiva neste momento de arranque é o da certeza de que assistiremos agora ao fim da presença em campo de jogo da velha dupla Cristiano Ronaldo/Lionel Messi. Foi bom enquanto durou com a devida razão de ser que a classe e a condição física permitiam, mas o arrastamento de vedetas em declínio custa a ver e “irrita o mais pintado”.




Sem comentários:
Enviar um comentário