Já fiz uma assinatura da “Benfica TV” para ver hoje a estreia de João Palhinha (JP) na Luz – e não podia ser de outra maneira, considerada a forma minuciosa e entusiástica como tem sido tratada a novela em torno do ex-jogador do Sporting que afinal era benfiquista desde pequenino, um excesso inacreditável que ultrapassou todas as doses admissíveis de tolerância e nos diferentes canais televisivos e nos jornais desportivos da Capital ao longo do último mês. Um exemplo “glorioso” do Portugal que nos vem calhando em sorte...
Entretanto, e como a ventania não parece suscetível de amainar a não ser que JP não venha a estar à altura do brilhantismo inexcedível que lhe é atribuído e/ou que o Benfica vá perdendo mais uns pontos com o proclamado génio em campo, passou quase despercebido o extraordinário Domingo azul-e-branco de ontem em que André Villas-Boas veio finalmente a jogo depois de ter sabido esperar pelo momento certo para encetar um caminho que ia preparando silenciosamente – nada menos do que três reforços de qualidade aparentemente garantida (Santiago Giménez, Gabriel Mec e João Souza) e a venda lucrativa (mais do dobro do preço de aquisição) de um Deniz Gül que já começava a desesperar a bancada do Dragão. Quem sabe, sabe!





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