(Klaus Stuttman, http://www.tagesspiegel.de e Jean Galvão, http://www.folha.uol.com.br)
O palhaço rico e o palhaço pobre não dão tréguas. Um, tolhido pelas sondagens que o dão derrotado nas eleições de novembro, adere agora ao uso das máscaras que tanto rejeitou. O outro, persistentemente infetado, goza como pode dos prazeres que o Planalto lhe confere. Simplesmente ridículos aos olhos de um mundo em que a normalidade ainda conta como um valor convivencial a respeitar...
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