quarta-feira, 31 de dezembro de 2025

EM RESUMO...

 
(Andrés Rábago García, “El Roto”, http://elpais.com)

2025 foi um ano terrível no plano de uma convivência pacífica e regrada à escala mundial, tendo provavelmente ficado para a História como o de uma viragem súbita na ordem internacional em que nos habituáramos a viver, por muitos escolhos que a mesma contivesse. Tanta foi a insanidade que nos foi servida que se torna fácil formular votos para 2026 – pois que o que podemos desejar com razoabilidade é que alguma coisa melhore de entre as inúmeras que correm mal ou péssimo em várias zonas do Globo (da Ucrânia ao Médio Oriente, da Venezuela à Nigéria, da Somália à Síria, and so on) ou no plano da vida social, económica e política das nossas sociedades (da ascensão da extrema-direita à falta de valores e de um rumo com liderança, do recuo no combate às alterações climáticas à aceleração do rearmamento, do declínio do Estado Social às manifestações de divisionismo e impotência que ameaçam a construção europeia). Assim seja, portanto, sem esquecer a continuada e/ou renovada presença do mais importante no plano individual: saúde, amor e o dinheiro bastante para satisfazer as necessidades básicas deste tempo. Bom Ano!

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