quinta-feira, 9 de janeiro de 2020

ABAIXO DE QUALIFICAÇÃO


Se o ridículo pagasse imposto, menos florescente seria certamente a situação económica de gente como esta senhora que faz as audiências da SIC recebendo visitas de políticos (de todos os quadrantes) e outros notáveis em sua “casa”. Mesmo que a mesma apenas estivesse a reinar (como se diz em Lisboa) quando declarou o que declarou, há brincadeiras que são de verdadeiro mau gosto e que mais não contribuem do que para alimentar os piores e mais básicos instintos da sociedade (seta para baixo à “Visão”), designadamente aqueles de tipo populista que levam um qualquer a escrever uma qualquer coisa que lhe venha à cabeça, sem qualquer filtro nem conhecimento específico que para tal o qualifique. Dito isto, a coisa não vai seguramente melhorar, digo eu, e lá virá o dia em que uma qualquer Cristina decida aventurar-se numa alegre cruzada politiqueira à moda do ucraniano Zelenski – afinal, quem não se lembra do macaco Tião que, apresentado como “candidato do povo”, quase lá chegava?

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