sábado, 15 de agosto de 2020

NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS!


Não venho de todo aqui dissertar acerca dos contornos e implicações do “acordo histórico de paz” que, no dia de hoje, é primeira página da quase totalidade dos jornais do mundo. Limito-me a uma derivação a partir do mesmo, uma derivação que me é suscitada pela estranha coincidência do momento em que o dito ocorre, sobretudo num tempo internacional em que é cada vez mais claro que as coincidências já nunca o são. É que ninguém me tira da cabeça que existe uma relação de causalidade direta entre a doentia fixação eleitoral de Trump, a estratégica organização da diáspora judaica, a dependência agradecida de Netanyahu e a colaboração dos árabes amigos e ditos moderados  fora o imenso resto que irá sendo revelado por aí adiante. Porque não há mesmo coincidências!


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