sexta-feira, 31 de março de 2023

AINDA O INDICADOR DE COMPETITIVIDADE REGIONAL

Volto ao indicador de competitividade regional (RCI) europeia, que aqui tratei em post de 28 do corrente. Acima, e pour mémoire, o nacional na sua distribuição por sub-índices e respetivos pilares. Abaixo, e identicamente, os das regiões do Norte e Área Metropolitana de Lisboa (AML). Nestes casos, com a AML a apresentar sub-índices sempre acima dos 100% e uma valoração que é maior na inovação, intermédia na eficiência e menor no básico e com o Norte a apenas apresentar um sub-índice ligeiramente acima dos 100% (o de inovação) e mais significativamente debilitado na dimensão de eficiência. Duas curiosidades: apenas no pilar da Saúde surge o Norte em melhor posição do que a AML, o que me parece bastante paradoxal; dois pilares são de valoração comum (e, portanto, nacional), o macroeconómico e o da educação básica.


Estes e outros tópicos, bem patentes se observada a escolha dos indicadores incluídos no cálculo dos sucessivos índices, apontam claramente no sentido de que este trabalho careceria de melhorias e aprofundamentos determinantes (mesmo considerando as dificuldades estatísticas e a necessidade de comparações intereuropeias como dominante) para que pudesse merecer ser encarado como sério (ou, talvez melhor, razoavelmente rigoroso) e dele se pudessem extrair conclusões úteis e não distorcidas.



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