quarta-feira, 30 de março de 2016

DO PÉSSIMO SOBRANTE AO SALVE-SE QUEM PUDER...

(Andrés Rábago García, “El Roto”, http://elpais.com)

Está diante de nós o que se vinha temendo: a efetiva concretização do tenebroso pesadelo de uma América em que milhões aceitam, apoiam ou aplaudem a presença apalhaçada, o discurso intolerável e as propostas medievais de Donald Trump. Sendo que a única alternativa que já vai restando aos republicanos, Ted Cruz, só é melhor na menor truculência da forma que não no perigosamente confrangedor primarismo do conteúdo, assim tornando inconsequente no caso em apreço a hipótese de um mal (péssimo) menor tão judiciosamente caraterizada pelo grande El Roto. Às tantas, nem é pior que seja deste modo, sobretudo se um bom número de republicanos conscientes/decentes optar menos por um “tudo menos Trump” do que por um “salve-se quem puder” que acabe por conduzir a uma eleição fácil de Hillary (ou desse surpreendente Sanders?)...


(Jeff Danziger, http://www.nytimes.com)

(Nicolas Vadot, http://www.levif.be)

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