terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

MEIA DÚZIA DE GRÁFICOS VARIADOS

(Michael Ramirez, https://www.reviewjournal.com)

(James Ferguson, http://www.ft.com)

Porque a informação é como o saber, isto é, não ocupa lugar, aqui deixo alguma que presumo útil para os nossos leitores menos avessos a elementos gráficos. Enquanto o coronavírus continua a sua progressão pelo mundo, gerando o desconhecimento que o marca uma incerteza crescente e um medo que se vai cada vez mais generalizando. Na fase presente, é à Europa que o mal chega em perigoso e diferenciado ritmo, com a Itália à cabeça e as suas autoridades a serem obrigada a fazerem já sentir alguns efeitos incómodos sobre o quotidiano dos seus cidadãos.


(Emilio Giannelli, http://www.corriere.it)

Por ordem descendente, vemos então uma Zona Euro a crescer ao ritmo mais lento desde a sua grande crise da dívida, embora nada que se assemelhe ao crescimento japonês (-6,3% em termos anualizados no último trimestre de 2019, com medidas de estimulação à mistura). Vemos também quanto convergem significativamente os custos de endividamento, seja na Europa (onde Grécia e Itália já andam perto da Alemanha) ou no Brasil (onde um “novo mundo”, que parecia impossível, está a chegar). Vemos ainda que os níveis de impostos em percentagem do PIB variam, na OCDE, entre os 16,1% do México (ou 27,9% da Suíça, se nos quisermos ater ao continente europeu) e os 46,1% da França (com os 35,4% de Portugal a colocarem o nosso país acima da média dos 36 países pertencentes àquele clube). Vemos, por fim, que os jovens suecos (18 a 29 anos) nos revelam tendências que poderíamos encontrar um pouco por toda a parte nesta nossa Europa, tendências aproximativas de opções extremas (as raparigas, à esquerda, com 23,9% de intenção de voto na extrema-esquerda e os rapazes, à direita, com 28,6% de intenção de voto na extrema-direita) e grande dispersão de escolha no tocante aos partidos mais tradicionais e moderados (elas a colocarem os social-democratas em segunda posição com 18% e eles a indicarem os conservadores para segundo lugar com 26,9%).






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