(Madonna. Photo by Mert Alas & Marcus
Piggot, courtesy of the Brooklyn Museum, via Artnet News)
(Não sou
propriamente um devoto da cinquentona Madonna (soou bem) mas vale a pena estar atento às tomadas de
posição públicas da artista americana, cada vez mais interventiva…)
A fotografia belíssima que abre este post,
e este blogue também se faz de rostos femininos, é simbólica do ativismo que a
artista americana parece abraçar. Seja intervindo na causa do feminismo cujo
corpo de pensamento vai ser fundamental acompanhar na América de Trump, seja
insurgindo-se e vociferando contra as ameaças da nova presidência.
Na primeira dimensão, vale a pena seguir a proposta de Miguel Esteves
Cardoso hoje na sua crónica do Público para seguir o vídeo do diálogo público de
Madonna com a feminista americana Marylin Minter promovido pelo Brooklyn Museum
no dia 19 da semana passada, na véspera da tomada de posse.
Marylin Minter e Madonna)
Na segunda dimensão, fica a incendiária imagem colocada no Instagram,
depois de uma duríssima tomada de posição pública assumida pela artista, que
exigiu até alguns retoques de interpretação.
Trump não vai ter vida fácil.
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