

Com efeito, um gráfico do “Financial Times” (ver acima) evidencia o comportamento dos “yields” de obrigações soberanas a 10 anos desde que, em 21 de Dezembro de 2011, foi lançada pelo BCE a primeira LTRO (“longer-term refinancing operation”). Já não considerando o caso assumidamente à parte da Grécia, a redução verificada nas taxas portuguesas fica a menos de metade da ocorrida nas irlandesas e as taxas espanholas aumentam e ultrapassam as italianas. Portugal e Espanha a distinguirem-se, portanto, mas pelas piores razões…
Veio-me à memória um “cartoon”, já com alguns anos, de Luís Afonso (http://static.publico.pt/bartoon). O futebol a vingar a economia, pois então!
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