

O que terá ocorrido naqueles dois dias de intervalo entre nomeação e demissão para que a “transparência" tenha sido erigida a valor a ter em conta e para que um tal “ato devido” (nas palavras do ministro da Saúde) fosse devidamente praticado?
Mas que se trata de gente que não tem noção já o sabíamos desde que, na campanha eleitoral das “Europeias 2004”, a dita senhora Manso afirmou, referindo-se a alguém da envergadura de António Sousa Franco: "À frente da lista do PS temos um homem sem categoria. E não é por lhe faltar alguma coisa em termos físicos." Classe pura!
Sem comentários:
Enviar um comentário