
E acrescenta: “Aqui, o equivalente no campo tributário seria um IVA nacional (…). A bagunça acabaria. O potencial de crescimento e bem-estar se elevaria. A mudança reduziria a autonomia de estados e municípios, o que implica enorme complexidade política e financeira. É uma utopia, sim, mas não custa sonhar. Afinal, é assim em federações mais fortes como Alemanha, Áustria, Austrália e Nova Zelândia. Por que não no Brasil?”
Leo Cullum ilustrou a seu modo (“Happy Penguin Looking at Upside-Down Globe”), em “The New Yorker” (http://www.newyorker.com), este dado muito curioso de como a perspetiva e o foco da análise tão amplamente podem variar em função do tempo e do lugar…
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