
Assim falou: ”Nós temos esquadras de atendimento, assim chamadas, na cidade do Porto e em Lisboa, que têm uma produtividade muito baixa; nalguns casos, algumas delas, recebem 0,8 queixas por dia; e o facto de estarem abertas significa que há elementos policiais que estão lá dentro, à espera que alguém vá apresentar uma queixa; para este tipo de prestação de serviços é irracional estar a condenar polícias a estarem lá à espera que venha gente apresentar queixa em vez de estarem na função mais nobre, que é no policiamento de proximidade; e aquilo que se quer é unicamente isso, é uma reforma muito ligeira, de fecho efetivo de algumas esquadras de atendimento para permitir ter mais polícias a policiar a zona exatamente onde essas esquadras de atendimento estão.”
Só escapou a invocação de mais um argumento a favor de mais esta manifestação da generalizada evidência - que até já contaminou o próprio Juvenal - da tensão reformadora que varre o Governo de cima a baixo: vem aí a Primavera, o tempo está bom, a rua apetece…
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